quarta-feira, 30 de abril de 2008

Turquia – parte 1

A viagem pra Turquia foi maravilhosa! O pais é super rico em historia alem de ter uma cultura completamente diferente da nossa. A religião é algo muito forte que define uma série de fatores como o comportamento das pessoas, o modo de se vestir, a arquitetura dos minaretes das mesquitas etc. Ficamos lá quase uma semana e deu pra sentir bem o povo e as cidades.
A nossa primeira parada foi Istambul, o vôo de Paris leva 3 horas e depois de muito atraso finalmente chegamos, sem as malas. Guardadas as devidas proporções, a cidade é um pouco parecida com as cidades brasileiras, gente na rua falando alto, vendedores ambulantes, cheiro de comida, transito e buzina. Essa foi a nossa primeira impressão. A moeda, a lira turca, não é forte por isso os preços são bem acessíveis.

O fato de Istambul ter um lado na Europa outro na Ásia também torna a cidade única. Saber que depois de atravessar uma ponte estamos em outro continente é ao menos diferente. A antiga Constantinopla é cheia de historia, de mesquitas, de sultões, de guerras religiosas, de mulheres de burca, de palácios, de turcos negociantes, de tapetes, de chá de maçã, de gente simpática, de Mac donalds, de naguilés, de haréns, de banhos turcos, de echarpes, de charme, de mercados, de carrinhos vendendo milho, de mosaicos, de mercados-labirintos, de kebabs ... Enfim, cheia de coisas à descobrir.

Ruas de Istanbul



Mesquita Azul




Haya Sophia e seus mosaicos

Grand Bazar

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Isaloni Milão

Acabei de chegar de Milão. Fui com a Dani pra Feira de Moveis. Foi maravilhosa! Nesse período a cidade recebe designers do mundo inteiro, vira um museu de arte contemporânea a céu aberto. Uma super inspiração pra qualquer pessoa. Ficamos hospedados na casa do Sr. Bruno e da Sra. Milvia, um casal italiano que nos acolheu com todo o carinho e nos engordou com delicosas pastas italianas.

Amanha estamos indo pra Turquia!! Semana que vem conto como foi!

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Raclete

Depois que Sally e Beto nos presentearam com uma maquina de raclete realmente nossa vida mudou. O tal aparelho vem sendo usado constantemente desde o outono, inverno e agora na primavera. Se bobear continuaremos usando ate no verão, da França ou de Fortaleza.
Explicação: Palavra "Raclette" (do francês Racler = raspar) foi inventada para a exposição Cantonal du Valais de 1909 tanto para a iguaria como também para o queijo usado a esse fim. A maneira mais autentica de degustar a Raclette seria perto de uma fogueira, ao ar livre, com um verdadeiro queijo Raclette como o faziam os pastores que a inventaram. Para facilitar a vida foram criados aparelhos que permitem deliciar-se com esse prato em restaurantes ou na sua casa.
Receita para 4 pessoas
Ingredientes:
8 batatas
300 gr de cebolinha em conserva
300 gr de pepino em conserva
400 gr de queijo raclette pimenta e noz moscada para moer na hora sal
Preparação:
Cozinhe as batatas em água com sal e reserve, mantendo-as aquecidas. Distribua os picles em porções individuais e coloque o queijo cortado em fatias numa tábua apropriada. Coloque o sal e a pimenta moída no momento sobre as batatas.Na mesa, aqueça a Racleteira e derreta o queijo.Depois de derretido a seu gosto, coloque-o sobre as batatas e aprecie.
Os nossos convidados:






Raclete na casa de Bete Lee e Guga Fraga 05 de Abril:


quarta-feira, 9 de abril de 2008

Pedalando em Paris

Esse final de semana encontramos a Dé e o Beto, autores do "Pedalando em Paris" e nossos inspiradores para o Blog. Foi uma tarde ótima num café do Marais, um lugar meio Kitsch, bem a cara do bairro, com umas tortas maravilhosas. ADORAMOS!!

Endereço do Café:

Le Loir dans La Theiere
3 rue de Rosiers, 75004
Metro: St. Paul

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Primera dama francesa

Carla Bruni nao é de forma alguma uma unanimidade entre os franceses. “Elegante, legal e inteligente mas longe de ser uma grande primeira dama” essa é a opiniao da maioria dos franceses sobre Carla, de acordo com uma pesquisa publicada neste domingo pelo jornal “Le parisien”.

Parece que dois meses depois de ter se casado com o presidente Nicolas Sarkozy, Carla, que nasceu na Itália, começa a ganhar os corações dos franceses, com 92 por cento dos entrevistados descrevendo-a como elegante, 89 por cento como moderna, 73 por cento como legal e 69 por cento como inteligente.

Apenas 30 por cento dos entrevistados na pesquisa de domingo acreditam que ela ajudará a melhorar a imagem de seu marido. A popularidade de Sarkozy despencou no ano passado, em parte devido à sua turbulenta vida pessoal, caindo para menos de 40 por cento.

Como eu não sou francesa, não hesitei nem um pouquinho quando a encontrei passeando pelo 16éme: “Madame Sarkosy une phote s’il vous plaît!!”
Et voilà le resultat:



sexta-feira, 4 de abril de 2008

Feira de Vinhos

Como o negócio em Paris é ser chic, nada de chope ou caipirinha, o vinho é agora a nossa bebida oficial. O João Marcelo então, tá um “sommelier”, todo metido a entendido: “Não esse vinho não vai bem com esse prato...” ou “ Prefiro um vinho mais leve, da região do Loire ou da Bourgogne...”. Frases desse tipo escuta-se frequentemente deste que ate dois anos atrás só bebia cachaça.


Esse final de semana (29 e 30/03) Paris foi palco de uma grande feira de vinhos. Na entrada recebia-se uma taça que era preenchida de vinho a cada dois passos. A vantagem é que se experimenta de tudo e os preços são bem acessíveis, a desvantagem é que no final não sabemos mais o que já bebemos e qual o vinho bom, o excelente ou o mais ou menos. De qualquer forma o saldo foi super positivo e todos saímos de lá carregados (oopps) carregando bouteilles et bouteilles de Chateau Neuf du Pape, St. Nicolas de Bourgueil, Jurançon etc. E ninguém nem lembrava mais da velha cachaça, afinal Paris combina mais com vinho neh?!